O Fetichismo da Mercadoria

Escrito por adv on 23 de setembro de 2007 – 22:51 -



Um amigo meu, certa vez em sala de aula, disse a seguinte frase: “necessidade é água, desejo é Coca-cola”. Achei brilhante o conteúdo, pois traz em tona, uma discussão complexa acerca do caráter sensual da mercadoria à luz da psicanálise e também, do materialismo histórico-dialético, concepção filosófica desenvolvida por Marx e Engels.

Inevitavelmente esse post será extenso, - mesmo assim será apenas uma pincelada sobre o assunto - mas tudo bem, esse blog não tem nenhum interesse de atrair massas e pouco se importa com leitor “pop”; pelo contrário, esse post se destina àquele leitor mais ambicioso, que desconfia do que a realidade aparenta ser. Também, pode ser que eu frustre suas expectativas, principalmente pelo que de início isso parecerá ser, mas não será. São apenas considerações para se resguardar daqueles que são cego-visuais, fãs do Pedro Bial.

Antes de iniciar, faz-se necessário apontar que, infelizmente, é comum o Marx ser visto como uma besta socialista, aquele diabo barbudo que escreveu “O Manifesto Comunista”. Sem dúvidas que aqui reside um conceito de pessoas que conhecem Marx porque ouviram falar na televisão ou porque ouviu algum estulto “Justus”, dizer que ele é o pai dos regimes autoritários. Tais premissas são infundadas, na medida em que não levam em consideração, toda construção filosófica que Marx desenvolveu para uma compreensão do indivíduo em sua totalidade bio-psíquica-social; no marxismo o ser humano é social, se relaciona, transforma e é transformado pelo meio e pela natureza.

Tais preconceitos apontados, talvez se respaldam, pela atribuição de regimes totalitários, classificados pela mídia como Socialismo e Comunismo; a extinta URSS, outros países já desintegrados da Europa Oriental e atualmente, Cuba. Experiências socialistas com muito mais contradições do que semelhanças com o socialismo que Marx anunciava enquanto pré-condição para se atingir um regime Comunista. Caíram as cortinas de ferro e ergueu-se um caldeirão de dogmas que espalha suas mentiras por toda parte: o PT é marxista; partidos de esquerda são marxistas; a ditadura é marxista (sic); autoritarismo e tortura são coisas de governos socialistas e comunistas; os socialistas querem apropriar do que você conseguiu com muito esforço; os comunistas incitam a violência; etc.

O Capitalismo é especialista em criar dogmas. Em defesa, acorrentados entre o tempo e a configuração econômica, o cego, livre para ver o sol, se agarra em conceitos de liberdade, igualdade e justiça. Liberdade de fechar um contrato e de fazer escolhas; igualdade, pois todos têm a mesma liberdade e se não tem é o próprio culpado. – Aqui, igualdade se mede em dinheiro e, justiça, significa o produto entre o dado e o recebido.

Definitivamente, esse texto, não se destina aos que classificam “O Capital” da mesma forma que o Diabo classificou a Bíblia. Esses estúpidos que, se antes soubessem o aporte teórico que Marx deixou para a compreensão do indivíduo em sua totalidade e que, jamais se constitui – como nada se constituirá - enquanto esgotamento compreensivo, não escreveriam estultices como o que se percebe no texto, - que por sinal muito mal redigido - escrito por um blogueiro “pop” da revista Veja. - (clique para ver a anedota)

Esse sujeito tem a proeza de dizer que “a área de humanidades no Brasil está tomada por esse lixo” (o materialismo histórico-dialético). – O Brasil é que está tomado de bípedes que vestem a carapuça do tio Sam, e conseguem, literalmente, abstrair lixo de seus pensamentos. Esses estúpidos, compradores de diplomas, são esterilizados de pensamentos e reflexões que antecedem suas ações, mas são dotados de incrível capacidade de reproduzir exatamente o que dizem os manuais técnicos. Essas bestas, cospem para cima e acreditam estar atingindo o próximo.

Schopenhauer nos chama atenção para esse tipo de “escritor”, dizia ele: “Uma grande quantidade de escritores ruins vive unicamente da estultice do público (os jornalistas) (…) são também alarmistas: este é o seu modo de se tornarem interessantes. No entanto, mediante tal expediente acabam por se igualar aos cãezinhos que, tão logo percebem algum movimento, põem-se a latir fortemente. Sendo assim, é preciso dar aos seus sinais de alerta apenas a atenção necessária para não prejudicar a própria digestão.” – Assim sendo, para não causar indigestão e antes que eu perca controle com as palavras atentando ainda mais contra a natureza de marionete do tal blogueiro pop, darei início, finalmente, ao que pretendo…

Um conceito fundamental em Marx, quando nos atentamos para a mercadoria, principalmente em tempos de verdadeiros bombardeios de publicidade e propaganda, é o fetichismo da mercadoria. A palavra fetiche vem de “feitiço”, algo que exerce um poder sobrenatural sobre alguém. Na Psicanálise freudiana, fetiche pode ser entendido como o substituto de um objeto do desejo.

Logo, o que Marx quer dizer com fetichismo da mercadoria, é o fato do produto exercer um controle – sobrenatural até - sobre o comprador. Muito além daquele do valor de uso, ou seja, a finalidade a que se destina o produto. O sujeito pode comprar uma calça jeans Fórum não pela simples necessidade de vestir o corpo, mas muito mais, enquanto uma possibilidade de satisfazer seus desejos refletidos através do significado da calça Fórum. Muito mais que cobrir o corpo nu, o comprador vê a calça enquanto um meio para satisfação dos seus desejos de atração, de identidade, de sensualidade, de ascensão social, etc. Esse é apenas um exemplo de uma lista que pode ser extensamente indefinida.

Mas a calça jeans Fórum de nada significa para o sujeito se não houvesse por trás, toda propaganda do fabricante que transmite seus horizontes aos destinatários. Tais horizontes transmitem de um lado, os sucessos na carreira profissional no mercado de trabalho, de outro, a reputação geral, sobretudo do sucesso amoroso.

Tais técnicas, a do apelo pela imagem, pela música e pela embalagem, fazem parte da estética da mercadoria; um tema muito bem desenvolvido por um alemão chamado Wolfgang Fritz Haug, em “Crítica da Estética da Mercadoria” (1971). Para Haug, a estética mercadológica consiste em oferecer as mercadorias enquanto meios para que o próprio sujeito se torne “vendável”. O significado por trás do valor de uso da mercadoria, isto é, a embalagem, é construída à imagem e semelhança da sensualidade humana; um elemento e atrativo sedutor, que promete o bem-estar e sucesso geral do indivíduo.

Subvertem-se os valores, isto é, o valor de uso passa a ser mero opcional, e o valor abstrato, aquilo que a mercadoria promete, mas não pode cumprir, torna-se fundamental para criar comportamentos padrões em grupos potenciais de consumo. Assim se realiza o fetichismo da mercadoria, ou seja, o poder “sobrenatural” criado pelo produtor para que seu produto exerça domínio sobre o sujeito.

Psicanaliticamente falando, o que se verifica é uma incorporação na embalagem e na publicidade, na mercadoria em si, dos desejos e das fantasias do sujeito. Tais desejos e fantasias, sejam eles sexuais ou agressivos, - em sua grande maioria reprimidos pela Cultura - são refletidos enquanto possibilidades de satisfação pela mercadoria. Ocorre aí também, uma subversão de valores, isto é, o produto torna em si, um substituto do objeto de desejo (um fetiche). Mas na medida em que a sedução do produto substitui não apenas um desejo, mas sim, reflete a possibilidade de suprir vários desejos, apelando aos instintos mais vitais, – em essencial a sexualidade - o Capital faz do desejo do sujeito uma necessidade. Faz com que o sujeito sedento troque a água pela Coca-cola.

Algo recente onde se verifica claramente a perversidade do fetiche da mercadoria, acontece com produtos do gênero de embelezamento, os cosméticos, voltados para o público masculino – sabemos que para o público feminino isso vem de longa data. Na procura de novas possibilidades de investimentos e lucros exorbitantes, o capital subverte os valores daquele homem que até então “dava conta do recado”. Este homem, já não é mais aquele que raramente corta as unhas e apara a barba, mas sim, aquele que está constantemente se cuidando e se atualizando com as novidades da moda, da beleza, dos automóveis, das tecnologias, etc. Uma compra deve acarretar outras.

Assim, quando até pouco tempo atrás, o “verdadeiro” homem podia lavar os cabelos com água quando muito um sabonete ou xampu, hoje já está até realizando cirurgias plásticas com função de melhorar seus níveis de beleza. Tal mudança se deve principalmente, aos constantes apelos publicitários e as estratégias da estética da mercadoria que vêm criando tal necessidade nos homens.

Usa-se a imagem da mulher linda que não mais escolhe o sujeito simpático em formato de pêra, mas opta pelos minotauros dotados de corpo atlético e cabeça de besta (nada contra a musculação, eu a amo =); não basta mais o homem estar limpo, é necessário que ele esteja cheirando aos mais requisitados perfumes franceses; homem que consegue a bela mulher da embalagem é aquele bronzeado, sem nenhuma mancha no rosto e de sorriso com dentes impecáveis em brancura. O Capital descobriu que apelar à masculinidade significa aumentar significativamente os lucros.

Nesse sentindo, o produtor transforma sua marca enquanto necessidade de consumo, após muitos slogans e propagandas ostentando pessoas que são bem-sucedidas profissionalmente, pessoalmente e principalmente amorosamente por optarem em usar determinado produto e/ou marca.

O jovem que vai conseguir beijar na boca da bela mocinha por tomar um guaraná X; o executivo em sua mansão atendendo a um telefonema de uma linda mulher através do seu celular Y; o complexo vitamínico que promete juventude à senilidade; o rapaz comum que passou o perfume Z nas axilas e agora está rodeado por belas moças… etc.

Quando tais comportamentos exibidos na embalagem da mercadoria são cristalizados no grupo, ela enfim, adquire a plenitude do status fetichista. Nenhum grupo sai ileso, todas as classes sociais são atingidas. O rico vê na mercadoria a personificação do glamour, da classe alta e da ascensão. O pobre vê na mercadoria, a possibilidade, principalmente, da ascensão profissional e pessoal; ele não pode ter um carro de luxo, mas pode ter aquela motocicleta que o artista Sandy & Júnior usa para se ver liberto de “todos os males”.

Adultos, homens, mulheres, adolescentes, religiosos, crianças, hippies, emos, metaleiros, etc. Nem mesmo os rebeldes que se dizem não ir pela opinião da maioria saem ilesos. Estes, se não são sensibilizados pelos comportamentos padrões, são sensibilizados por comportamentos considerados únicos. Recentemente surgiram duas propagandas de automóveis que visam especificamente enaltecer a singularidade do sujeito que se diz não ir pela opinião dos outros. Esse é um aspecto que tende a ser explorado pelos produtores, que começam a perceber nos grupos diferenciados, um potencial de consumo fiel. Os homossexuais, por exemplo, são um público alvo de fácil “domesticabilidade” nesse quesito.
Nem mesmo os velhos que são considerados inválidos para a sociedade capitalista são poupados. De um lado são invalidados por não representarem capacidade de produção, por outro, são validados enquanto grupo de consumo especial, vítimas, sobretudo, de produtos que prometem trazer a juventude perdida.

Os grupos se distinguem para o capital, apenas enquanto maior ou menor potencial de consumo; o objetivo é sempre a criação de desejos transfigurados em necessidades; uma compra leva a outra em um emaranhado de fetiches sem fim.

Eis a lógica da mercadoria perpassada pela estética e pelos fetiches, pelos apelos à sensualidade, à juventude, à masculinidade, ao sucesso profissional e geral, sobretudo, o amoroso; eis a oferenda da aparência abstrata, a hipocrisia. “Quem compra tais mercadorias anunciadas como se estivessem anunciando o próprio corpo terá sua aparência prostituída por elas, vestirá suas particularidades sexuais com a embalagem da comprabilidade, fazendo que elas se ofereçam a todos que as virem.” (Wolfgang Haug)

Epílogo

Uma pergunta se faz: há possibilidades de não ser “enfeitiçado” pelo produto? – Talvez não seja possível responder, e a resposta pode não trazer nenhum avanço. Melhor seria perguntar, o que eu posso fazer para não reproduzir as relações alienantes do Capital? – Acredito que conhecer o modo de funcionamento de uma sociedade de classes, seu respectivo modo de produção e configuração econômica, podem trazer grandes vantagens.

A solução não é você deixar de consumir, todos nós temos necessidades. O materialismo histórico-dialético não ostenta uma vida de pobreza, pelo contrário, opõe-se a ela. A concepção filosófica e política de Marx, não priva homem algum de possuir os produtos criados pela sociedade, mas sim, abomina qualquer poder de subjugar o trabalhador do que ele próprio produziu, isto é, a apropriação indevida a partir da exploração dos que não têm os meios de produção.

O que se coloca, é uma superação das relações alienantes a qual o homem está imerso. O radicalismo e o fanatismo podem morar na justificativa de que não se deve comprar nenhum produto. O Capital, mais que interessado no seu dinheiro em específico, - o dinheiro é apenas o efeito colateral - depende do seu comportamento a favor dele para se ostentar e alastrar sua perversidade. A resposta está nas suas ações, se contribuem para manutenção ou na superação da realidade que está posta.

Não foi objetivo do texto, levantar uma bandeira com os dizeres “Socialismo já!”. Um modelo de sociedade previsto por Marx é uma utopia a ser considerada, como a sociedade do futuro elaborada por Skinner em Walden Two, e muitos outros modelos de sociedades “adaptadas”. As utopias são diferentes dos dogmas, precisamos delas para sobreviver: a utopia de alcançar a felicidade plena, o amor que idealizamos, a saúde absoluta, a vida eterna… – Utopias permitem transformar o microcosmo quando começamos a pensar o que podemos fazer para melhorar nossas próprias ações, o que necessariamente afeta todas as relações, o macrocosmo. O movimento das nossas ações, níveis de conscientização e humanização, ditaram o futuro, e este não é previsível como são nas falsas palavras do tecnicismo. O futuro, Marx não nos deixou descrito em manual, no máximo, algumas previsões que naturalmente não são imunes aos erros.

Se vivemos numa sociedade capitalista, não sejamos parte do monstro que anuncia que quem não devora é devorado. Esse monstro também é embalagem, o que se esconde por trás de suas oferendas são os mandos e os desmandos, as relações de dominação e exclusão que atinge a todos. Se não atinge pela fome e miséria, domina o corpo e o “espírito”; fazendo dos braços e pernas, ferramentas úteis para aumentar a produção e o consumo, além de trancar os sonhos entre os porões guardados pelo tempo.

Esse monstro, apela à liberdade. Diz que todos nós temos liberdade para escolher e ser como queremos. Mas, a liberdade (…) não se encontra na ilusão do “posso tudo”, nem no conformismo do “nada posso”. Encontra-se na disposição para interpretar e decifrar os vetores do campo presente como possibilidades objetivas, isto é, como abertura de novas direções e de novos sentidos a partir do que está dado. (Chauí, 1999)

Sejamos críticos e conscientes no sentido de transformar a realidade social contraditória e coercitiva, por menor que seja a transformação. Nosso inimigo em comum não é o Capitalismo em si, mas os monstros que fazem deste, algo tão perverso quanto o Deus do Antigo Testamento; monstros que agem e fazem com que você incorpore, legitimando cada ação de exclusão, dominação e alienação; tal como àquele blogueiro da Veja que dança e rebola quando vê o símbolo do cifrão, profana contra à vida porque já se perdeu da sua identidade e natureza humana, mas cumpre sua perversa e única função, a de prostituição: vender uma aparência e se vender como tal.

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52 Comentários em “O Fetichismo da Mercadoria”

  1. Rogério Diz:

    Boa noite, essa discussão do fetichismo da mercadoria é interessantíssima, já tinha mais ou menos idéia do que era, na teoria marxista, mas achei interessantíssimo as considerações da psicanálise sobre o assunto, acho que a frase do seu amigo resume bem tudo isso, e o que se vê é exatamente isso, os fabricantes querendo tornar os desejos em necessidades. Parabéns pelo blog, muito bom o conteúdo

  2. Amélia Duarte Diz:

    Não é de se espantar ouvir que a área de humanas está cheio desse lixo (o materialismo) vindo de uma revista que defendeu a ditadura e foi condizente com muitas formas de escamoteamento da realidade.

  3. Fernanda Zogaib Diz:

    Muito bom o texto, é grande mas pelo menos do meu ponto de vista, me trouxe elementos críticos que embora sabendo dos apelos publicitários, já ouvi falar do tal fetichismo da mercadoria, mas não sabia do que se tratava, se puder deixa mais literatura indicada. Obrigada
    bjs

  4. Anônimo Diz:

    Fetichismo da Mercadoria…

    artigo sobre o fetichismo exercido pelas mercadorias baseado no materialismo histórico-dialético e na psicanálise…

  5. domelhor.net Diz:

    Fetichismo da Mercadoria…

    artigo sobre o fetichismo exercido pelas mercadorias baseado no materialismo histrico-dialtico e na psicanlise…

  6. Gabriel Kuhn Berlese Diz:

    Cara, não li todo seu artigo, mas gostei muito da tua abordagem!!
    Parabéns continue com esse bom nível e metendo o pau nestes blogueiros mal esculpidos a martelos que não sabem diferenciar um anarquista de um marxista!

  7. adv Diz:

    Olá Gabriel, obrigado, é bom saber que nem todos são poluídos pela Veja.

  8. Denise Santos Diz:

    Bela postagem, o nível aqui está ótimo mesmo, parabéns!!!

  9. adv Diz:

    olá Denise, obrigado

  10. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, $ | LOG de MSN Diz:

    [...] nada servem se não podem produzirem resultados de imediato. Como exemplo, trago em tona novamente aquele estúpido blogueiro da Veja que diz que a área de humanidades no Brasil está cheia “desse lixo”, se referindo ao [...]

  11. Ju Diz:

    Olá !

    Seu texto é muito bem escrito, com conteúdo e clareza.

    Parabéns ! Me ajudou a pensar no meu tema de monografia da pós ! (consumo e educação)

    Abraços

    Ju

  12. adv Diz:

    Olá, Ju, agradeço seus comentários; isso é de fato enriquecedor para que uma vez ou outra eu poste algum conteúdo que não seja tão comumente encontrado por ai.

  13. geovando Diz:

    É MUITAS IDEIAS ,TEORIAS E POUCAS SOLUÇOES.ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE !MAS , O QUE AINDA FAZ COM QUE ESSA PERMANEÇA PERANTE ESSAS LUTAS É A FORÇA DA ENERGIA PRIMARIA UNIVERSAL ,AQUELE O PRINCIPIO ,AQUELE QUE MUITAS JA NEM ACREDITAM ,AQUELE QUE MARX SEMPRE NEGOU ,MAS O PROPRIO MARX ENCHERGOU EM SEU NOVO MUNDO (MUNDO ESPIRITUAL ),QUE NEM SO DE MATERIA O HOMEM VIVE .UMA PENA QUE OS CAPITALISTAS E OS COMUNISTAS SE CONFRONTAM ENTRE SI ,DENTRO DE AMBROS HÁ O BOM E O MAL , É A TAL LUTA DESDE OS PRIMORDIOS ENTRE CAIM E ABEL.E QUEM PERDE COM ISSO? A FAMILIA CHAMADA :HUMANIDADE!!!

  14. adv Diz:

    Olá Geovando, antes de toda ação há uma reflexão, não adianta querer mudanças ou ações sem antes haver teorias; ações sem antes passar pelo crivo de um escopo teórico tendem a ser desastrosas, como demonstrou a história em movimentos nacionalistas (Nazismo, Facismo) entre outras “revoluções”. O objetivo desse texto foi apresentar alguns elementos que propiciem reflexão e conseqüentemente, com muito otimismo, afetar as ações. Manuais de como mudar o mundo não será possível encontrar e, se alguém ousar fazer algo do tipo, acho que não daria nem para levar à sério.

  15. Josias Diz:

    Caro colega, adorei sua discussão, deixo aqui saudações marxistas ;)

  16. Prof. Antônio Diz:

    Excelente conteúdo, parabéns!!!

  17. adv Diz:

    tk´s ;)

  18. Ênio de jesus Diz:

    ótimo texto, com certeza na net não tem o conteúdo redigido com tanta clareza e crítica, parabéns, com certeza agrada qualquer um que não compactua com as farsas do capital, e como não poderiade dizer tb, saudações marxistas !

  19. Alê Diz:

    gostei do diálogo entre o fetiche em Marx, que eu já sabia um pouquinho e o de Freud, na qual era novidade, pena que a realidade é triste assim!

  20. Alê Diz:

    gostei do diálogo entre o fetiche em Marx, que eu já sabia um pouquinho e o de Freud, na qual era novid

  21. Alê Diz:

    gostei do diálogo entre o fetiche em Marx, que eu já sabia um pouquinho e o de Freud, na qual era novidade, pena que a realidade é triste a

  22. adv Diz:

    tk´s ;) f

  23. Você sabe de onde vem a idéia de tecnologia? | LOG de MSN Diz:

    [...] à venda. As pessoas refletem no objeto seus desejos e fantasias, algo que já comentei por aqui no fetichismo da mercadoria. Tecnologia é assim, vem como uma onda lhe oferecendo o que há de melhor, quando ela abaixa, suas [...]

  24. Ana Diz:

    cara!
    Parabéns pelo conteúdo da página.muitíssimo interessante!

  25. adv Diz:

    Olá Ana, obrigado pelas considerações e espero vê-la mais vezes por aqui ;)

  26. Alberson Diz:

    Me senti constrangido quando vi tantas pessoas dando suporte àquela coisa ignorante no blog da Veja.

    Dizer que o ensino público foi destruído pelo ‘governo de esquerda’, governo este que dá orgulho a qualquer liberal consciente, é o mesmo que dizer que havia algo a se destruir. Nossa educação, infelizmente, nunca foi algo a se admirar.

  27. Alberson Diz:

    Obs.: Acredito que intenção de Marx quando escreveu sobre Fetichismo da Mercadoria não seja a abordada aqui.

    Ele diz que a mercadoria tem um caráter misterioso e que esse caráter vem de sua forma social. Ele considera a mercadoria como uma espécie de prosopopéia do trabalho e suas relações sociais. Ela as esconde ao inseri-las dentro de si e se apresenta em forma material como se realmente fosse dona delas e não o produtor, como se tivesse vida.

    Acredito que o que ele quis dizer é sobre a distorção da mercadoria nas relações sociais do trabalho na sociedade capitalista, e não sobre ações de marketing e adjacentes.

    De qualquer forma, o texto ficou legal.

  28. adv Diz:

    Olá Alberto, obrigado pelas contribuições; realmente Marx não chegou a tocar no assunto marketing envolvido nas mercadorias, eu é que trouxe essa discussão porque acho bastante pertinente, uma vez que as ações de marketing estão cada dia mais vendendo “felicidades”, “promessas” e “desejos”, e não o produto em si; para isso usei também do do alemão Wolfgang Haug que pega a idéia de fetiche da mercadoria de Marx para subsidiar a idéia de “estética da mercadoria, que ai sim envolve as ações explícitas do marketing em todas suas formas.

    Obrigado pelas contribuições

  29. Alberson Diz:

    “Logo, o que Marx quer dizer com fetichismo da mercadoria, é o fato do produto exercer um controle – sobrenatural até - sobre o comprador”.

    Marx não passou nem perto disso. Ele não usou a palavra ‘fetiche’ no sentido de ‘feitiço’, e sim no sentido do latim: Fictício.

    O subitem 1 do item D do primeiro capítulo do volume 1, livro 1, de “O Capital” entitulado “O fetichismo da mercadoria: seu segredo” é uma evolução do “Manuscrito econômico-filosófico”, de 1844, sobre o tema da alienação do trabalho. Traz, além do que eu disse no comentário anterior, uma discussão sobre o valor (produto do trabalho, essência) e valor de troca (expressão aparente do valor ao se confrontar com outro). É uma crítica à economia política, assim como diz o subtítulo, especificamente a David Ricardo e Adam Smith (leia-se as notas de rodapé), que não diferiam ‘valor’ de ‘valor de troca’.

    Se o parágrafo supracitado é marxismo, então Marx não era marxista. Essa é a incoerência que eu aponto. Para alguém dizer um absurdo desses, com certeza não leu ‘O Capital’.

  30. adv Diz:

    Primeiro ponto: esse post é subsidiado por uma idéia marxista, o fetiche da mercadoria, mas seu objetivo é apontar a “estética da mercadoria” dialogando com os pressupostos de Freud sobre “fetiche”.

    Segundo ponto: esse post não tem o objetivo de fazer um estudo epistemológico de Marx.

    Terceiro ponto: há várias formas de se expressar uma idéia sem que a mesma perca sua essência; fetiche é o termo em português da palavra fetichismo, além de ser o termo que Haug utiliza, ainda, é mais coerente com o vocabulário psicanalítico.

    “Logo, o que Marx quer dizer com fetichismo da mercadoria, é o fato do produto exercer um controle – sobrenatural até - sobre o comprador. Muito além daquele do valor de uso, ou seja, a finalidade a que se destina o produto.” - Fetiche da mercadoria apontado por Marx, em síntese, nos aponta sobre outras propriedades da mercadoria além daquela do valor de uso, mas você tentou enxergar “O Capital” em apenas um parágrafo. Discutir o que é valor de uso, valor de troca, trabalho alienado, ideologia, o trabalho enquanto atividade vital do homem, etc., entre tantos outros pressupostos marxistas, não é a intenção desse post. Aliás, fica ai o desafio para algum mortal conseguir falar da totalidade do pensamento de Marx com a coerência marxista. Mészáros em “Para além do Capital” é um dos que vejo que mais se aproximou.

    Pelo que parece você distorceu a temática desse post direcionando unicamente à teoria marxista.

    Em primeiro momento achei válida sua intenção, agora vejo você um tanto quanto um idealista radical do marxismo. Aliás, voltando ao seu comentário anterior:

    “Acredito que o que ele quis dizer é sobre a distorção da mercadoria nas relações sociais do trabalho na sociedade capitalista, e não sobre ações de marketing e adjacentes.”

    Quantos pensadores nos deixaram um legado enorme e que serve para subsidiar a continuidade do conhecimento? Teríamos que pensar apenas como eles? - Penso ficar evidente nessa sua citação o teor exarcebado de radicalismo; no sentido de que, se Marx não falou de marketing não podemos falar de marketing usando alguns dos seus pressupostos! Para que iríamos avançar no conhecimento se não podemos dialogar o aqui-e-agora com o conhecimento históricamente acumulado?

    Acho que “para alguém dizer um absurdo desses”, eu não diria que não leu “O Capital”, porque não é apenas ler “O Capital” que garanti o conhecimento, diria sim, que não compreendeu Marx e, principalmente, o método dialético.

  31. Uma fábrica de ilusões chamada Big Brother Brasil | LOG de MSN Diz:

    [...] receita de sucesso do Capitalismo é manejar seres humanos pelo manejo dos objetos. Melhor ainda quando os seres humanos são os próprios objetos, ou, 14 objetos expostos em uma [...]

  32. Como poderia ser o planeta num futuro distante | LOG de MSN Diz:

    [...] do valor de uso das mercadorias e deixamos de precisar delas para nos reconhecer e constituir. Agora nos reconhecemos através das [...]

  33. Mario Victor Diz:

    Ficou muito bom.

    Quando eu souber o que escrever eu comento mais. :)

  34. adv Diz:

    ahueauheaheauhea, valeu a intenção ;)

  35. Crítica às campanhas da ABAP que visam inocentar as publicidades de cervejas | LOG de MSN Diz:

    [...] tempos atrás eu falei do “fetichismo da mercadoria“, este assunto está para a grande maioria dos publicitários assim como a cruz está para o [...]

  36. Douglas Pinheiro Diz:

    Parabenizo - lhe pelo texto, que está muito bem objetivo e claro. Este tema é muito complicado de ser entendido, é necessario uma certa “bagagem” para dissertar sobre, entretanto, você o fez com grande valia.
    Estava estudando o fetichismo por Marx, e o texto ajudou bastante.
    Obrigado.

    Att,

    Douglas Pinheiro.

  37. adv Diz:

    grato ;)

  38. waneyda Diz:

    Parabéns Adv, pelo tema, pela abordagem crítica e por ampliar conheciemntos, reforçando com a visão psicanalista o conceito de Marx quanto ao sujeito, o homem inserido numa sociedade de se constrói e se reconstrói continuamente por esse sujeito.
    Estou estudando sobre desigualdade social e seu texto veio elucidar ainda mais as idéias,

  39. adv Diz:

    Grato Waneyda, e parabéns por se interessar em estudar as desigualdades sociais em uma sociedade onde os sucessos e insucessos das pessoas são dados como dependentes apenas das aptidões de cada um ;)

  40. Larissa Caruso Diz:

    olá, estou desenvolvendo meu TGI sobre esse assunto, e gostei muito da sua abordagem…gostaria de citar alguns trechos…
    para dar os devidos créditos, se for possivel me encaminhe seu nome completo, e a data dessa publicação!
    obrigada!

  41. José Antonio Diz:

    a sua argumentação principalmente no comentário 30 é vaga e contraditória (tenho certeza q vc foi o primeiro a perceber issu heheh). Demonstra que você tentou justificar bobagens com novas bobagens.

    Como diria Jack, o Estripador, vamos por partes:

    # primeiro você afirma que “O QUE MARX QUER DIZER COM FETICHISMO DA MERCADORIA, é o fato do produto exercer um controle – sobrenatural até - sobre o comprador.”

    # depois tem a coragem de dizer que o cara é que tentou tentou “enxergar “O Capital” em apenas um parágrafo”. Nem precisa comentar o resto…

    # lembrando que você já havia dito que “A palavra fetiche vem de “feitiço”, algo que exerce um poder sobrenatural sobre alguém.” e usou a palavra exatamente com esse sentido no trecho em que diz que “o produto exerce um controle - SOBRENATURAL ATÉ - sobre o comprador”

    # aí, tentando “justificar” a confusão que fez com a palavra fetiche faz uma nova confusão: “há várias formas de se expressar uma idéia sem que a mesma perca sua essência”

    # mas acontece que você sequer expressou a essência da idéia, não passando nem perto daquilo que Marx atribuiu.

    # então você se embaraça na própria verborragia (imagino que ela deve causar embrulho até mesmo em quem a profere) e desta vez confunde tudo: “[o produto] exerce um controle – sobrenatural até - sobre o comprador. Muito além daquele do valor de uso…” e completa: “[fetiche da mercadoria] nos aponta sobre outras propriedades da mercadoria além daquela do valor de uso”

    # não distinguiu que quando diz “muito além do valor de uso”, deveria referir-se tão somente ao lado, fictício (do fetichismo) da mercadoria e não a outras propriedades sobrenaturais da mercadoria.

    # ainda faz o apelo: “esse post não tem o objetivo de fazer um estudo epistemológico de Marx” e arremata com a seguinte pérola a respeito do comentário anterior “Penso ficar evidente nessa sua citação o teor exarcebado de radicalismo” => de onde tirou tamanha bobagem?

    # caros amigos, não precisa fazer análises epistemológicas nem ser um radical exarcebado para perceber a lógica quando esta se faz ausente. Basta um simples e rápido exercício de raciocínio !

    Até!!

  42. adv Diz:

    Caro colega, fico feliz em ver que os sarcófagos das ruínas da ex-URSS - na qual em seu governo autoritário costuma ser confundido com comunismo - estão sendo desenterrados.

    Ou será que é algum padre que estuda com afinco a epistemologia buscando encontrar a resposta de todas as coisas?

    Enfim, eu e os leitores gostaríamos de ouvir V.Sª falar com autoridade sobre o assunto, que tal começar?

    Mas pensando bem, pelo seu excerto “# mas acontece que você sequer expressou a essência da idéia, não passando nem perto daquilo que Marx atribuiu.”, Marx, a comunidade sócio-histórica e muitos leitores ficariam agradecidos com o seu silêncio, ou estaremos correndo o risco de ver um “Marx alienígena”.

  43. José Antonio Diz:

    É interessante, para não dizer triste, observar como algumas pessoas demonstram pavor pela atividade interpretativa dos textos com os quais se deparam, ou a fazem de forma precária. Para tais pessoas, a hermenêutica chega a ser um “exercício alienígena”, e, como alienígena, gera medo, pavor.

    Se não podem contrapor uma lógica melhor, numa breve porém válida dialética, fazem atribuições forçadas em relação à outra parte (com o autoritarismo soviético, como está no post anterior, por exemplo) para assim conseguirem de alguma forma (embora forçada mas eles não ligam muito para isso) contrapor algo.

    Enfim, com estes expedientes, nos revelam cada vez mais um POUCO do que (não) são e do que (não) são capazes.

  44. Diogo Diz:

    Há uma diferença notória entre a realidade e as aspirações utópicas. A questão da mercadoria não é nem tanto o feitiço que transforma desejo em consumo, impulsionado pela mídia, mas a característica do próprio ser humano de desejar algo, ou até mesmo alguém, não por necessidade, mas por uma complexidade e uma vontade de ter e melhorar suas condições ao longo de sua existência. No fundo todos buscamos o conforto, cada um a seu modo.

  45. Daniel Diz:

    Acho muito interessante o assunto em questão, porém foi muito infeliz ao escrever menosprezando a religião e a fé fazendo ataques à Bíblia. Creio, tendo certeza, que a solução está em Deus;o Deus do velho testamento é o mesmo do novo testamento, só tem uma coisa que vc esqueceu, Deus é justo e é amor e é misericordioso. O povo antigamente se desviava e não pedia perdão(Deus é santo e pecado não é aceito).
    A Respeito do Estado, pode um Estado ser socialista, capitalista, um pouco de cada ( como a China ), anarquista ou qualquer outra coisa. O homem sem Deus ou a sociedade sem Deus tende e abusar do pecado e isso só trás diferenças e morte, coisas ruins para uma sociedade.
    Weber, um sociólogo muito conhecido, percebeu que o capitalismo pra dar certo, não é apenas necessário que ele exista e que esteja dentro de um processo, mas precisa de atitude, de condutas corretas dos cidadãos para com a sociedade, e como mudar essa conduta?
    O Deus que nos criou para sermos santos e perfeito nos ensina a andar com um caráter irrepreensível e esse caráter é que uma sociedade precisa para haver um crescimento.
    Crescimento do capitalismo?
    Esse foi uma crítica de Marx, que dizia que o capitalismo gerava desumanização.
    A sociedade deve procurar o seu desenvolvimento, cujo objeto não seja o mercado e seu desenvolvimento, mas sim, o indivíduo e sua relação com Deus.
    É utópico?, É de aceitação?
    bem…vai acontecer com o milênio dito na Bíblia, mas não apartir de atitude humana, pois na Bíblia fala que o homem vai de mal a pior, mas quando Jesus voltar, Ele estabelecerá o seu Reino.

    Creio nisso com todo o meu coração.

    POR FAVOR, não tentem rotular este comentário como se fosse meramente religioso como se alguem apenas tivessem tentando converter alguém, mas raciocínem, a sociedade está caminhando pra onde? devemos acreditar na sociedade e na tecnologia pra sermos felizes e obter a resposta da nossa existência? Admiro muito Marx, mas ele era apenas um homem, com idéias não fora da capacidade humana ( ele era limitado ).
    Em quem nós estamos colocando a nossa confiança? em homens que nem conhecemos?
    Na Bíblia fala que maldito é aquele que confia no homem.
    Pensem na política, na biologia, na ciência, em todos os estudos, (eu penso) mas não deixem de pensar Naquele que nos criou e busque a verdade, pois não importa qual seja a sua religião, se vc buscar a Deus de coração certamente ele aparecerá pra vós e vós o conhecereis como Ele é.

    Fiz um comentário à luz da Teologia.

    Qualquer contato : peteporo@gmail.com

  46. Fabrício Amaral Diz:

    Caro ADV,
    Adorei seu texto, você se fundamentou com propriedade para expressar o seu ponto de vista que não é, por sinal, diferente do meu. No entanto, se me permite, sugiro que você coloque menos juizo de valores em suas produções. Evite o valor científico da introspecção. E a outros eu digo que para ser marxista deve-se, primordialmente, atravessar Marx; o que indubitavelmente,como você mesmo já referiu anteriormente, poucos fizeram.

  47. Fabrício Amaral Diz:

    Ah! Já ia esquecendo-me. O indivíduo que escreveu aquela excrescência não quer atingir Pscicólogos, Cientistas Políticos, Sociólogos (ou qualquer outro profissional, ou pessoa que tenha um mínimo de intelecto), senão adolescentes que gostam de se divertirem. Aposto que ele também deve acreditar em papai noel, coelhinho da páscoa…hehehehehe!

  48. ANDRESSA Diz:

    Olá, por favor, vc poderia me dizer seu nome completo, pq estou fazendo um trabalho de sociologia sobre o fetichismo da mercadoria, e gostaria de usar um trecho do seu artigo como citação, só que nao tenho como colocar as referencias, pq vc se identificou somente como AVD. Agradeço.

  49. adv Diz:

    Re.: 46
    Olá Fabrício, obrigado. Este artigo não teve intenção de ser científico, mas sim, um ensaio, ou qualquer coisa do gênero, onde sinto-me livre dos padrões metodológicos. Partindo de um plano de que a ciência nunca é neutra e sempre carregará juízo de valor daquele que se debruça sobre um fenômeno, entendo que o máximo que podemos fazer é, como você disse, tomar cuido para emitir “menos juízo de valor”, embora, reiterando, este texto teve a intenção de ser provocativo, livre e solto das “amarras” metodológicas ;)

  50. adv Diz:

    Re.: 48
    Olá Andressa, meu nome e mais sobre mim você encontra no “Sobre” desse blog, no entanto, sugiro que você cite apenas o endereço de origem, podendo citar como “autor desconhecido”, pois o texto não se constitui em um artigo formal, dentro dos padrões metodológicos que os protocolos exigem.

  51. Gardennia Diz:

    Acredito no poder do fetiche da mercadoria como uma forma de manipulação da sociedade que simplesmente não consegue ver a realidade social como realmente é, pois é impedida de enchergar realmente porque é direcionada pela ideologia dominante que naturaliza a situação para poder usufruir das vantagens de se ter uma sociedade alienada.

  52. Guilherme pereira Diz:

    Eu queria comentar aqui
    Que voce Que escreveu isso
    e um idiota que naum tem o q FAZER!
    E escreve essas merdas

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