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	<title>Comentários sobre: Vamos falar de amor? &#8211; parte 2</title>
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	<description>Música, Filosofia, Humor, Psicologia, Política, Futebol, Psicanálise e Logs do MSN</description>
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		<title>Por: O amor romântico na psicanálise. &#171;</title>
		<link>http://www.logdemsn.com/2008/01/21/vamos-falar-de-amor-parte-2/comment-page-1/#comment-38427</link>
		<dc:creator>O amor romântico na psicanálise. &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 03:17:10 +0000</pubDate>
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		<description>[...] romântico é um sentimento universal. Em todas as culturas o encontramos expressado na música, na arte, nos costumes, na literatura, nos sentimentos e pensamentos de homens e [...]</description>
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		<title>Por: O amor romântico na psicanálise &#124; XURUPITA&#039;S HELL</title>
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		<dc:creator>O amor romântico na psicanálise &#124; XURUPITA&#039;S HELL</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 22:18:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] amor romântico  é um sentimento universal. Em todas as culturas o encontramos expressado na música, na arte, [...]</description>
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		<title>Por: adv</title>
		<link>http://www.logdemsn.com/2008/01/21/vamos-falar-de-amor-parte-2/comment-page-1/#comment-8135</link>
		<dc:creator>adv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 04:34:52 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei da sua contribuição Joaquim. Alguns autores que tenho lido recentemente (Regina Navarro, Flávio Gikovate...) chamam atenção para o fato de não ser um sentimento universal, mas estrito ao Ocidente, porém eles não dizem nada de como seria no Oriente. Devido a esse fato é que preciso me apoiar nas pesquisas de Hellen Fisher que são recentes e ampla sobre o assunto. 

Se você puder falar sobre como seria o sentimento de amor no Oriente seria interessante, pois me parece que os livros sobre o assunto - o que já é raro - tem deixado a deseja, deixando apenas a mensagem singela de que no Oriente não existe o &quot;amor romântico&quot;. - O que se tomarmos como ponto de partida o mito de Tristão e Isolda parece sensato, no entato, a idéia é pensar no &quot;amor romântico&quot; enquanto sentimento que vem reinando até os dias de hoje, embora já tenhamos tantas formas diferentes de relacionamentos &#039;amorosos&#039;, sendo a historicidade apenas um elemento para ajudar e não determinar.

Quanto à distinção entre paixão e amor, este não é o meu foco, assim como não é - e tenho dúvidas quanto alguém que consiga isso - esgotar o assunto. A forma de abordar será ao longo de várias continuações, este é apenas 1 parte isolada ok; a idéia é que uma forma bem resumida de tratar sobre o assunto dará um total de 8 partes, por enquanto há apenas 4.

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei da sua contribuição Joaquim. Alguns autores que tenho lido recentemente (Regina Navarro, Flávio Gikovate&#8230;) chamam atenção para o fato de não ser um sentimento universal, mas estrito ao Ocidente, porém eles não dizem nada de como seria no Oriente. Devido a esse fato é que preciso me apoiar nas pesquisas de Hellen Fisher que são recentes e ampla sobre o assunto. </p>
<p>Se você puder falar sobre como seria o sentimento de amor no Oriente seria interessante, pois me parece que os livros sobre o assunto &#8211; o que já é raro &#8211; tem deixado a deseja, deixando apenas a mensagem singela de que no Oriente não existe o &#8220;amor romântico&#8221;. &#8211; O que se tomarmos como ponto de partida o mito de Tristão e Isolda parece sensato, no entato, a idéia é pensar no &#8220;amor romântico&#8221; enquanto sentimento que vem reinando até os dias de hoje, embora já tenhamos tantas formas diferentes de relacionamentos &#8216;amorosos&#8217;, sendo a historicidade apenas um elemento para ajudar e não determinar.</p>
<p>Quanto à distinção entre paixão e amor, este não é o meu foco, assim como não é &#8211; e tenho dúvidas quanto alguém que consiga isso &#8211; esgotar o assunto. A forma de abordar será ao longo de várias continuações, este é apenas 1 parte isolada ok; a idéia é que uma forma bem resumida de tratar sobre o assunto dará um total de 8 partes, por enquanto há apenas 4.</p>
<p>Abraço</p>
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	<item>
		<title>Por: JOAQUIM CESARIO</title>
		<link>http://www.logdemsn.com/2008/01/21/vamos-falar-de-amor-parte-2/comment-page-1/#comment-4777</link>
		<dc:creator>JOAQUIM CESARIO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 14:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>Complementado: caso alguém queira abrir uma melhor discussão sobre o assunto, ofereço meu e-mail: joaquimcesario@ig.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Complementado: caso alguém queira abrir uma melhor discussão sobre o assunto, ofereço meu e-mail: <a href="mailto:joaquimcesario@ig.com.br">joaquimcesario@ig.com.br</a></p>
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		<title>Por: JOAQUIM CESARIO</title>
		<link>http://www.logdemsn.com/2008/01/21/vamos-falar-de-amor-parte-2/comment-page-1/#comment-4776</link>
		<dc:creator>JOAQUIM CESARIO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 14:06:30 +0000</pubDate>
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		<description>O amor romântico não é universal. O amor romântico, inclusive, é histórico. No ocidente, por exemplo, tem seus primórdios em torno do século XII, através dos menestréis franceses que à época cantavam e poetizavam idilicamente o amor como forma idealizada de vida. Segundo o escritor mexicano e Nobel de Literatura Octavio Paz (em seu célebre licro &quot;A Dupla Chama: amor e erotismo&quot;)os poetas que inventaram o amor cortês assim o fizeram porque já era uma aspiração latente de uma certa aristocracia e nobreza feudal. O amor, dessa maneira, deixa de ser entendido como um mero prazer carnal e reprodução (copulação e procriação) e passa a ser associado a um sentimento elevado. 
Mesmo que o amor cortês tenha “morrido” com o fim da poesia provençal, a mesma deixou suas marcas fecundas no ser humano ocidental. De seus cânticos, rituais e crenças, herdamos o amor como finalidade a uma felicidade indizível, resultante da combinação entre o gozo e a contemplação, entre o que no ser humano há de animal e o que há de espiritual. O legado provençal é este: as idéias sobre o amor. Encontramos seus mais evidentes resquícios na literatura moderna, nos filmes românticos e nas artes em geral. Da poesia provençal, passando por Dante, Shakespeare, Balzac, Flaubert, Stendhal e tantos outros, oito séculos transcorreram e a tradição permanece e ainda incendeia nossas almas cindidas que assim como as esferas partidas do mito da androgenia continuam a vagar pelo mundo em busca de sua tão ansiada e idealizada cara-metade. Decididamente o amor é desejo de completude, e o desejo de completude é uma necessidade profunda e intrínseca da alma humana. 
O amor idílico e galante surgido no lirismo erótico-amoroso do século XII aproximou indissoluvelmente a alma do corpo. Na Antiguidade clássica havia também, é claro, um ser humano que sentia, contudo o sentimento como tal era incômodo e estranho aos costumes da época. O que os menestréis gauleses fizeram ao “inventarem” o amor foi superlativizar o sentimento como tal. 
Na historicidade do conceito de amor encontramos, por exemplo, na Roma antiga a palavra amor, porém como sentido de passividade, ou seja, referindo a qualidade de ser amado. Enquanto para os gregos o amor tinha quatro termos: fileo (amor fraternal), agapeu (amor prazeroso), stergo (amor protetor) e erao (amor dos casais). Interessante pensar na história das palavras, pois elas revelam à visão de mundo de uma época. A etimologia, como refere Luiz Costa Júnior (in: O Menor Amor do Mundo), é a antropologia dos costumes.
Os séculos XVIII e XIX vieram incrementar ainda mais a idéia (sim, amor romântico é uma ideologia) do amor romatizado, principalmente através da literatura romântica, assim como no século XX o cinema hollywoodiano bem se apropriou do conceito romântico sobre o amor para, inclusive, ganhar dinehiro, muito dinheiro, e assim também conquistar &quot;corações e mentes&quot;.
Não, discordo categoricamente da maneira como se inicia e se conduz o texto comentado: o amor romântico não é universal. Observa-se, inclusive, uma confusão entre paixão e amor. Desse modo o texto acaba por discontribuir, talvez involuntariamente, para uma melhor percepção e distinção entre esses dois sentimentos humanos (paixão e amor). Pena, a idéia proposta pelo texto é boa, seu conteúdo apenas é frágil e vago.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O amor romântico não é universal. O amor romântico, inclusive, é histórico. No ocidente, por exemplo, tem seus primórdios em torno do século XII, através dos menestréis franceses que à época cantavam e poetizavam idilicamente o amor como forma idealizada de vida. Segundo o escritor mexicano e Nobel de Literatura Octavio Paz (em seu célebre licro &#8220;A Dupla Chama: amor e erotismo&#8221;)os poetas que inventaram o amor cortês assim o fizeram porque já era uma aspiração latente de uma certa aristocracia e nobreza feudal. O amor, dessa maneira, deixa de ser entendido como um mero prazer carnal e reprodução (copulação e procriação) e passa a ser associado a um sentimento elevado.<br />
Mesmo que o amor cortês tenha “morrido” com o fim da poesia provençal, a mesma deixou suas marcas fecundas no ser humano ocidental. De seus cânticos, rituais e crenças, herdamos o amor como finalidade a uma felicidade indizível, resultante da combinação entre o gozo e a contemplação, entre o que no ser humano há de animal e o que há de espiritual. O legado provençal é este: as idéias sobre o amor. Encontramos seus mais evidentes resquícios na literatura moderna, nos filmes românticos e nas artes em geral. Da poesia provençal, passando por Dante, Shakespeare, Balzac, Flaubert, Stendhal e tantos outros, oito séculos transcorreram e a tradição permanece e ainda incendeia nossas almas cindidas que assim como as esferas partidas do mito da androgenia continuam a vagar pelo mundo em busca de sua tão ansiada e idealizada cara-metade. Decididamente o amor é desejo de completude, e o desejo de completude é uma necessidade profunda e intrínseca da alma humana.<br />
O amor idílico e galante surgido no lirismo erótico-amoroso do século XII aproximou indissoluvelmente a alma do corpo. Na Antiguidade clássica havia também, é claro, um ser humano que sentia, contudo o sentimento como tal era incômodo e estranho aos costumes da época. O que os menestréis gauleses fizeram ao “inventarem” o amor foi superlativizar o sentimento como tal.<br />
Na historicidade do conceito de amor encontramos, por exemplo, na Roma antiga a palavra amor, porém como sentido de passividade, ou seja, referindo a qualidade de ser amado. Enquanto para os gregos o amor tinha quatro termos: fileo (amor fraternal), agapeu (amor prazeroso), stergo (amor protetor) e erao (amor dos casais). Interessante pensar na história das palavras, pois elas revelam à visão de mundo de uma época. A etimologia, como refere Luiz Costa Júnior (in: O Menor Amor do Mundo), é a antropologia dos costumes.<br />
Os séculos XVIII e XIX vieram incrementar ainda mais a idéia (sim, amor romântico é uma ideologia) do amor romatizado, principalmente através da literatura romântica, assim como no século XX o cinema hollywoodiano bem se apropriou do conceito romântico sobre o amor para, inclusive, ganhar dinehiro, muito dinheiro, e assim também conquistar &#8220;corações e mentes&#8221;.<br />
Não, discordo categoricamente da maneira como se inicia e se conduz o texto comentado: o amor romântico não é universal. Observa-se, inclusive, uma confusão entre paixão e amor. Desse modo o texto acaba por discontribuir, talvez involuntariamente, para uma melhor percepção e distinção entre esses dois sentimentos humanos (paixão e amor). Pena, a idéia proposta pelo texto é boa, seu conteúdo apenas é frágil e vago.</p>
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		<title>Por: Amor à primeira vista existe? &#124; LOG de MSN</title>
		<link>http://www.logdemsn.com/2008/01/21/vamos-falar-de-amor-parte-2/comment-page-1/#comment-4087</link>
		<dc:creator>Amor à primeira vista existe? &#124; LOG de MSN</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 21:12:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Escrito por adv on 23 de Fevereiro de 2008 &#8211; 17:59 -      Vamos falar de amor? - parte 1 &#124; parte 2 &#124; parte 3 Quando te vi amei-te já muito antes: Tornei a achar-te quando te encontrei. Nasci pra ti [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Escrito por adv on 23 de Fevereiro de 2008 &#8211; 17:59 &#8211;      Vamos falar de amor? &#8211; parte 1 | parte 2 | parte 3 Quando te vi amei-te já muito antes: Tornei a achar-te quando te encontrei. Nasci pra ti [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Purgatório &#124; LOG de MSN</title>
		<link>http://www.logdemsn.com/2008/01/21/vamos-falar-de-amor-parte-2/comment-page-1/#comment-3533</link>
		<dc:creator>Purgatório &#124; LOG de MSN</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 13:21:18 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Igreja Universal de Jornalismo Record O Bozo não é o palhaço do Lula E daí que você tem falo? E...  Vamos falar de amor? - parte 1 Salve o planeta e se der tempo, os humanos! - O Homem está morto! Reflexões sobre o tempo: novo ano, velho ano Vida e morte - você já parou para pensar na sua despedida? O que é Filosofia e para quê serve - reflexões da reflexão Meu cartão de Natal ao Papai Noel Deus, religião e o sentimento religioso em Freud O sentido em comunicação Os heróis do capitalismo: José e o vestibular - parte 1/2 Os heróis do capitalismo: liberdade, individualidade, igualdade - parte 2/2 IURD, Universal do Reino de Deus, Edir Macedo - motim parte 2 Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, $ Brainstorming Em defesa dos animais O Fetichismo da Mercadoria Amizade, família, sonhos, trabalho&#8230; Carta a um morto Marx no divã As marteladas de Nietzsche: desconstruindo preconceitos A humanidade ainda está traumatizada pela sexualidade da criança Professor, eu gosto da instrução e não dou a mínima para suas informações O passado não pode ser jogado fora como um ticket de cinema Menestrel (Shakespeare) O trabalho dignifica o homem, hahahahaha&#8230; Skinner e Freud  Fale daquilo que você não consegue. Tente! Pirataria funcionou para nós, diz presidente romeno a Bill Gates Saddam foi executado. Estamos no século XXI, a moderníssima Era Medieval Compare Preços de: Livros, MP3 Player, iPod, Celulares, Notebooks, Câmeras, Wii, PS2, PS3 Postado em Uncategorized &#124; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Igreja Universal de Jornalismo Record O Bozo não é o palhaço do Lula E daí que você tem falo? E&#8230;  Vamos falar de amor? &#8211; parte 1 Salve o planeta e se der tempo, os humanos! &#8211; O Homem está morto! Reflexões sobre o tempo: novo ano, velho ano Vida e morte &#8211; você já parou para pensar na sua despedida? O que é Filosofia e para quê serve &#8211; reflexões da reflexão Meu cartão de Natal ao Papai Noel Deus, religião e o sentimento religioso em Freud O sentido em comunicação Os heróis do capitalismo: José e o vestibular &#8211; parte 1/2 Os heróis do capitalismo: liberdade, individualidade, igualdade &#8211; parte 2/2 IURD, Universal do Reino de Deus, Edir Macedo &#8211; motim parte 2 Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, $ Brainstorming Em defesa dos animais O Fetichismo da Mercadoria Amizade, família, sonhos, trabalho&#8230; Carta a um morto Marx no divã As marteladas de Nietzsche: desconstruindo preconceitos A humanidade ainda está traumatizada pela sexualidade da criança Professor, eu gosto da instrução e não dou a mínima para suas informações O passado não pode ser jogado fora como um ticket de cinema Menestrel (Shakespeare) O trabalho dignifica o homem, hahahahaha&#8230; Skinner e Freud  Fale daquilo que você não consegue. Tente! Pirataria funcionou para nós, diz presidente romeno a Bill Gates Saddam foi executado. Estamos no século XXI, a moderníssima Era Medieval Compare Preços de: Livros, MP3 Player, iPod, Celulares, Notebooks, Câmeras, Wii, PS2, PS3 Postado em Uncategorized | [...]</p>
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