Revista Veja cuspiu pra cima mirando Fidel Castro
Escrito por adv on 3 de março de 2008 – 16:37 -A neutralidade do discurso é uma farsa. A argumentação, o discurso, a narrativa, a descrição ou qualquer comunicação entre seres humanos está sujeita às impressões pessoais. - A escolha das palavras por si só já são marcas pessoais.
Mas nesse quesito, digamos que a Veja é sincera se tomarmos como referência a capa da última edição. Como era de se esperar…
Esse post não é em defesa do Fidel, não sou fã dele, mas também não o vejo como um “ditador”. Há muita coisa oculta por trás de um discurso neoliberal - aliás, a capa em tonalidade preta é justamente para ocultar a realidade?
A revista Veja não é simplesmente uma publicação de conteúdos superficiais, é muito mais além, a Veja é perversa, é cínica, a ponto de extorquir da notícia qualquer vestígio que não sirva aos seus interesses financeiros. Alguns brasileiros também usariam o termo “Já vai tarde” caso a Veja resolva sair do mercado. - A capa também já está pronta!
Irônico que, a Veja, grande patrocinadora dos generais e do slogan “Brasil: ame-o ou deixe-o”, chama o Fidel de ditador. - Cuspiram para cima tentando acertar a ilha cubana!
Ahhh.. eu também tenho uma descrição para a revista Veja, e ela é neutra, acredite!
Revista Veja - é uma publicação com cerca de 130 páginas, sendo 100 delas reservadas à publicidades agressivas sobre produtos, de preferência, estrangeiros. Outras 2 ou 3 páginas são reservadas a dois colunistas, Renato e Diogo, que conseguem reproduzir em palavras aquilo que eliminamos no banheiro depois de uma grande ressaca. Outras 5 páginas se destinam à frases estúpidas de celebridades e indicações de livros mais vendidos - auto ajuda ou biografia de celebridades. O restante é destinado à noticias distorcidas da realidade nacional e mundial.
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