IBOV – Ibovespa – finalmente rompe a resistência, e agora, o que fazer?

Written by adv on 30 de abril de 2008 – 22:23 -

O IBOV (Ibovespa) deu o grande salto tão esperado hoje. Todos aguardavam o rompimento histórico do índice de 66,5 mil, a grande resistência que havia sido testada por duas vezes mas não superada.

Pela terceira vez a ansiedade aumentava, ou rompe ou cai?! O rompimento aconteceu devido a um “empurrãozinho” de uma agência gringa que categorizou o Brasil como um país de baixo risco para aplicações, o que fez o IBOV fechar em 67,8 mil. – É claro que o empurrão só foi dado porque, em primeiro plano, beneficiará os gringos.

Fato é que véspera do feriado o mercado foi extremamente “eufórico”. O cenário geral foi de grandes altas. Até o defunto da BM&F (BMEF3) ganhou um pouco de vigor, com alta de 18,32%.

A grande questão que fica é, e agora, o dinheiro vai brotar em galhos fáceis? – Como opinião, penso que nesse momento é devemos ficar mais atentos.

Todo cuidado será pouco diante de um futuro que faz surgir no horizonte um arco-íris, mas que também pode se descolorir. Sem nenhuma resistência à vista, me parece mais sensato redobrar os cuidados nas análises para não comprar a preços muito altos e, principalmente, vender à descoberto.

Boa sorte a todos ;)

ibov


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Bons negócios com os papéis de aviação na Bovespa – GOLL4

Written by adv on 28 de abril de 2008 – 14:44 -

As empresas de aviação têm se revelado uma boa opção de compra na Bovespa. Elas não costumam seguir altas firmes e consistentes de longo prazo, no entanto, se mostram excelentes para o investidor a médio e curto prazo.

Entre os meus papéis preferidos do setor de aviação no momento, destaco a TAMM4 (Tam) e GOLL4 (Gol). Entre esses dois, tratei de colocar papéis da Gol na minha carteira. Estou comprado desde 23/04 a R$24,52. A meta a médio prazo é vender na pequena resistência na faixa de preços em R$29,00, mas para o investidor a longo prazo, os gráficos também se mostram favoráveis a uma boa subida.

Confira abaixo porque apostar na GOLL4 pode ser uma boa opção.

Gráfico semanal: tendência de alta, preços bem abaixo da MME 26, MACD apontando divergência de alta e indicando que os preços mais baixos ficaram para trás.goll4 semanal

 

 

 

 

 

Gráfico diário: o MACD diário também está atrelado ao MACD semanal, o que sustenta mais ainda a subida. Estotástico lento também confirma um bom ponto de entrada. A MME de 11 dias eu uso para pegar pontos de entrada no diário, note que ela está bem próxima aos preços, o que ainda indica uma boa opção de compra para quem não pegou o fundo na faixa dos R$24,00.
goll4 diario

Plataforma gráfica utilizada >> ADVFN


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Curso de análise técnica – vídeo aulas do Youtube

Written by adv on 24 de abril de 2008 – 11:11 -

No YouTube há vários vídeos sobre análise técnica, mas nunca é demais lembrar: use-os não como um fim, isto é, um esgotamento sobre o assunto, mas sim, como mais um elemento para ajudar você na construção desse conhecimento.

Separei alguns que irão servir aos investidores iniciantes. Não vi todos os vídeos abaixo na totalidade, apenas algumas partes sobre osciladores e indicadores. Assim, meu alerta vai para o uso dessas ferramentas, eles não são como “balas mágicas” como da a entender no vídeo, muitas vezes os sinais que eles emitem são caóticos e contraditórios entre si – o sistema de negociações TripleScreen* ajuda muito nessas horas. Não deixe de se aprofundar também, através da leitura artigos da Nelogica.

Análise técnica – introdução
Análise técnica – indicadores
Análise técnica – osciladores
Análise técnica – figuras (parte 1/4)
Análise técnica – figuras (parte 2/4)
Análise técnica – figuras (parte 3/4)
Análise técnica – figuras (parte 4/4)
Análise técnica – estratégias operacionais

* Triple-Screen é um sistema de negociações proposto por Alexander Elder, baseado em tomadas de decisões em uma escala de tempo maior e menor buscando uma saída para as contradições entre os sinais; não encontrei nenhum artigo na internet que fale sobre o assunto, o ideal seria buscar no livro do autor (Como se transformar em um operador e investidor de sucesso).


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O pessimismo como virtude na bolsa de valores

Written by adv on 17 de abril de 2008 – 16:21 -

(mais um artigo da série “Ganhando dinheiro na bolsa de valores (Bovespa)” na qual tem como objetivo trazer em discussão outras questões além da técnica)

Recentemente, fiz breves considerações sobre pessimismo e otimismo, na ocasião, a intenção era desmistificar os conceitos que muitas vezes são apontados enquanto elementos que determinam os nossos fracassos e sucessos. (Consulte: Otimismo e pessimismo: forças do pensamento?)

Agora, usarei o sentido do senso comum, isto é, pessimismo enquanto um ponto de vista onde o sujeito sempre espera o que de ruim poderá acontecer diante de algum evento.

Nsse sentido, o pessimismo é uma das maiores virtudes do operador de ações na bolsa de valores. Mais que virtude, deveria ser requísito fundamental antes de iniciar as operações. Ao verificar uma boa oportunidade de compra ou venda a descoberto pense antes no que de ruim poderá acontecer.

Ao ter em vista a sua meta de lucro comece elaborar um plano de saída caso as coisas tomarem um rumo diferente. Jamais entre no mercado sem uma estratégia de saída já definida e muito menos deixe para elaborá-la após ter assumido uma posição.

Alguns costumam aceitar até 2% do capital como perda máxima, outros, acham que 2% é muito e aceitam até 1%, isso varia de cada um, mas até 2% são riscos aceitáveis para sobrevivência. Ao se deparar com uma oportunidade de compra pense antes se o stop não esteja abaixo dos 2%.

Vamos a um exemplo: compro 10 ações de uma empresa X a R$100,00 cada, minhas hipóteses são de que ela poderá alcançar os R$110,00 em médio prazo, penso que o risco vale a pena, logo, o capital necessário será de R$1000,00 fora as taxas com corretagens; desse capital eu só aceito perder R$20,00 e não mais que isso; assim, o stop máximo que posso aceitar é R$98,00 – veja a última mínima, se o valor for inferior a R$98,00 talvez não vale a pena entrar nesse ativo.

Caso suas hipóteses estejam erradas sua estratégia de saída já estava definida e você perdeu de R$30,00 a R$50,00 dependendo dos valores de corretagem. É tão legítimo as perdas quanto os ganhos, embora, necessariamente, para sobreviver os ganhos devem superar as perdas e as taxas com corretagens.

Após suas análises indicarem uma boa opção e suas hipóteses apontarem para um risco/benefício que vale a pena, assuma uma posição pessimista e trace seu plano de saída caso algo de errado, se suas hipóteses começarem a dar certo vai estreitando seus stops e talvez seja sensato parar para contar as perdas ou os ganhos apenas após sair da posição.

Como regra geral, jamais aceite a idéia de reduzir seu stop esperando uma possível reversão, se o mercado por algum motivo varrer seu stop e logo após reverter não é hora de se lamentar, coloque a cautela a frente da ganância. Os típicos perdedores costumam ir abrindo concessões aos seus stops em níveis cada vez mais baixos, a cada tick negativo pensam que tão logo passe o tempo ruim irão colher os frutos. Mas a força do pensamento não irá fazer os preços subirem nem caírem e de tick em tick seu dinheiro vai virando pó.


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Como usar o indicador IFR (Índice de Força Relativa) na análise técnica

Written by adv on 24 de março de 2008 – 14:13 -

O IFR (Índice de Força Relativa) é um indicador extremamente útil se usado em conjunto com outras técnicas da análise técnica para indicar pontos de entrada e saída. Sua função é medir a “força” de um ativo, o que por sua vez, deixa de ser útil quando aplicado em ativos de baixa liquidez ou mercados indefinidos.

Na teoria, tradicionalmente, a literatura nos diz para operarmos comprado quando o IFR estiver entre 20-30 e vendido quando atingir entre 70-80. Mas, essa sugestão nem sempre irá ser frutífera, ou apenas raramente, principalmente se utilizada em escala temporal semanal ou superior.

Como em quase todas ferramentas da análise técnica, cabe o bom senso do utilizador em usá-la em conjunto com as técnicas de suporte (fundos) e resistência (topos).

Para algumas ações é raro o IFR atingir a zona da “degola” compreendida entre 20 e 30. Como no exemplo abaixo, utilizando o gráfico semanal das ações preferenciais do Bradesco (BBDC4), podemos perceber que num período de 8 anos o IFR jamais chegou nos 30 e muito menos em 20. O gráfico mostra que o índice de 40 é uma excelente zona de suporte devido a grande freqüência com que o ativo testa essa área e se recupera.

Por outro lado, a zona de resistência para pensarmos em realizar o lucro é em 70, sendo que, aos mais confiantes, e dependendo do que outros sinais apontarem, talvez seja válido aguardar até os 80, zona que é testada com menor freqüência.

Isso ocorre porque o papel do Bradesco é muito “forte”, tem uma alta capacidade de se recuperar gerando grande liquidez; em geral essa característica ocorre nos papéis “blue-chips”, como outros exemplos, temos os papéis da Vale e Petrobrás.

Concluindo, o uso do IFR pode ser uma excelente ferramenta para encontrarmos pontos de entrada e saída. Para usufluirmos de sua utilidade temos que deixar em segundo plano os índices tradicionais de 20 e 30 para compra, e 70 e 80 para venda, sendo a melhor maneira fazermos a marcação de fundos e topos para verificar quais índices do IFR são testados com maior freqüência.

Obs.: assim como outros indicadores, também é válido para o IFR, as divergências de baixa (operar comprado) e alta (operar vendido).

Não deixe de consultar também, o artigo da Nelogica sobre IFR.


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