Farra do Boi: nem tudo é praia em Santa Catarina

Written by adv on 27 de fevereiro de 2008 – 11:16 -

Lei FEDERAL 9.605/98
Capítulo V - Seção I
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º . Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º . A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

A “Farra do Boi” está nas palavras de muitos “cidadãos” catarinenses - não todos - como sendo uma festa cultural e popular brasileira.

Vou mudar os rumos. Farra do Boi é um momento onde pessoas inescrupulosas manifestam suas atitudes e ações de homens das cavernas que precisam provar que são “machões”, é um ritual selvagem. - Com muito respeito aos australopitecos.

São covardes que de alguma forma só devem se sentir útil frente aos animais e, desde que estejam em multidão.

A prática já foi proibida há anos, no entanto, as crescentes denúncias contra as “Farras Catarinense” praticadas ilegalmente têm despertado a atenção das entidades protetoras dos animais.

Felizmente - não sei se já posso usar esse termo -, tais entidades começam novamente a questionar a prática prometendo lutar por embargos econômicos ao Estado de Santa Catarina caso a bizarrice continue. Ótima idéia, pois, mexer no bolso é um excelente meio de controle de sociedades capitalistas.

Quero deixar claro que, certamente, não são todos os catarinenses que são adeptos dessa vergonha. A prática nem é típica do Brasil, veio de algum lugar do inferno localizado em Portugal. - País este, juntamente com a Espanha, que detém um grande número de festas que retratam basicamente, o homem covarde se divertindo às custas do sofrimento animal. Isso à nivel Ocidental, ultrapassando as divisas com o Oriente a frustração tende a ficar maior.

Isso também não serve para colocar o Brasil em país de destaque. Nossa lei é muito bem elaborada no que diz respeito aos maus tratos e uso de animais, prevê multas e penas de reclusão rigorosas, mas a execução nunca acompanhou o texto jurídico. O delinqüente enquadrado no crime em geral paga um “café” ao delegado e está liberado. - Fatídica situação que se repete em todas as áreas.

Assim como Santa Catarina, há muitos outros Estados brasileiros que escondem uma outra face diferente daquela beleza das praias que nos querem fazer acreditar. Na Europa a discrepância se torna mais visível quando contrasta o europeu civilizado com o sangue derramado, seja dos animais ou da América.

Para o caso em questão, como em muitos outros, o que se verifica é novamente o uso da cultura enquanto legitimação da ignorância. - O velho mito de que tudo que é cultura é bom, faz bem, é nobre e deve ser conservado. O que é uma grande ironia ao sentido da evolução social dos homens.

Conheça mais sobre essa discussão e como proceder para denunciar através do excelente site do PEA - Projeto Esperança Animal.


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Igreja Universal incentiva fiéis a processarem a Folha

Written by adv on 19 de fevereiro de 2008 – 21:31 -

Vilão que é vilão também precisa se passar por mocinho. A Igreja Universal cansou de fazer o papel de vilã entre os jornais da concorrência. Agora ela quer comprar uma imagem de mocinha indefesa que sofre com constantes críticas.

Quem acompanha, mesmo que uma vez na semana, um noticiário que não seja aqueles da rede Record, com certeza já deve ter se deparado com manchetes sobre o crescimento questionável da Igreja Universal do Reino de Deus. Principalmente na Folha e no O Globo.

O dízimo da Universal sempre foi colocado em xeque – desde que não seja, também, pela Record. Nesse sentido, a mais nova manobra da IURD é orientar seus fiéis a buscarem os Juizados Cíveis em busca de apoio jurídico quando se deparam com notícias que questionam o dízimo como não sendo empregado à obra de Deus, mas sim, ao luxo e enriquecimento pessoal do Edir Macedo e sua corja. Na internet há centenas de vídeos que mostram a “colheita maldita” executada pelos líderes da Universal. Infelizmente o ditado popular de que imagens valem mais que palavras não serviu para fechar as portas do inferno, afinal, as provas contra o bispo são invenções do capeta, não é mesmo?

O novo princípio da Universal é: sinta-se ofendido, tenha ataques de depressão profunda e esconda o riso macabro que dissimula uma indenização financeira moral.

Agora a novela da Record é o terrível – escabroso – preconceito religioso contra os fiéis da IURD apresentados em notícias da Folha porque referiram-se à Igreja através do termo “seita” e utilizaram o termo “empresarial” para fazer alusão ao dízimo.

Em todos os Estados brasileiros os Juizados Cíveis estão com processos de fiéis que, orientados pela IURD, querem indenização por danos morais causados pelos “preconceitos” dirigidos à crença. – Em nome da cultura, Deus e o capital, é possível legitimar até a entrada do Diabo no paraíso celestial. Vale lembrar ainda que o Partido Republicano e a IURD tem tudo a ver, além, de um tal apedeuta que fez a quase solitária inauguração da Record News juntamente com o falso profeta. - Seria mais uma manobra do capeta?

Senhores ateus, deveríamos nos sentir ofendidos quando nos dizem “Deus o abençoe”, ou quando nos deparamos com Cristo pregado na parede e na cruz? Processamos quem, o Estado ou uma nação acostumada a esperar dos céus a dignidade que lhes foi roubada? - Espero que ninguém chegue a esse ponto!

A reportagem, ou melhor, a ordem do bispo Edir Macedo, foi exibida no programa “nobre” da Record, conduzida pelo então jornalista Paulo Henrique Amorim - ex-Tv Cultura, agora fantoche da Santa Universal, e que também tem “rabo preso” com a Globo, mas de qualquer forma ele ainda é muita coisa pelo seu grau de profissionalismo.

O jornalista exibiu, orgulhosamente, vários “profissionais”. Obviamente que todos eram clientes ou no mínimo simpatizantes da própria IURD; tais como advogados, psicólogos (que vergonha) e um historiador; foi uma “epopéia” absurdamente sensacionalista, repleta de incentivos para os fiéis entrarem com ação judicial infundada contra a Folha, O Globo e outros jornais que estão na pauta da sessão do descarrego da IURD. – Talvez até o Log de MSN.

O historiador alega que o termo “seita” utilizado para se referir à Igreja Universal é de cunho preconceituoso, pois é de origem católica e usado para se referir às religiões mais restritas. Tudo bem, esse é um dos significados do que vem a ser uma seita, mas o significado social da palavra foi completamente desconsiderado. – Historiador do quê? Da ilustríssima imagem dos templos do descarrego?

O perigo está à porta. Rede Record batendo recordes de audiências cada vez maiores, personagens jocosos e dissimulados dão o tom da seriedade do jornalismo “santificado”. A Santa que chora está ferida, agora as lágrimas adquirem a coloração vermelha, não é sangue, talvez seja “groselha”, mas o dinheiro que os jornais denunciam como sendo produto para paraísos fiscais e manobras empresariais é de verdade.

A que situação chegamos, ou pelo menos eu cheguei. A ponto de ter que torcer pela Globo e a Folha como gigantes dos meios de comunicação a gladiar com a outra quase gigante Rede Record, pária da IURD, que agora atenta contra à liberdade de expressão. - Ou algum fiel vai me dizer quando eu devo e não devo utilizar o termo “seita”?

De um lado a legitimação do dízimo é defendida pelos juristas da IURD como ação embasada pela Bíblia - sério, eles usaram o termo “embasamento” -, espero que a Justiça não seja comprada a ponto de levar a Bíblia a sério. De outro lado o dízimo é usado como principal objeto de questionamento da IURD que, por ser gestora da Record, acaba sendo vítima da Globo e outros meios de comunicação que crescem os olhos frente ao crescimento da rival.

Fato é que o bispo deixou de ser coroinha e já representa perigo a rede Globo, embora ele ainda não deu um golpe considerável nos discípulos do Roberto Marinho. Isso se verifica quando a Globo exibiu uma série de reportagens com vídeos que mostram o Sr. Edir Macedo e sua corja de pastores rindo a toa do dinheiro recebido. Algum fiel entrou com processo contra as imagens mostradas? – Vai saber por quê…. Mas com jornais de expressão o bispo já pode brigar, está dado início, Folha vs Bispo Edir Macedo.

O dízimo em si é mero espectador, assim como Deus também é, pois de ambos os lados os personagens dessa guerra são diabos ungidos pelo E$pírito $anto.

Senhores da IURD, vocês se lembram quem chutou em 1995 a Santa que ocupa o pedestal dos católicos, em pleno dia da padroeira do Brasil? – Não sejam ignorantes a ponto de cuspir pra cima na tentativa de acertar o outro!

Resta acreditar que a Justiça cortará esse “mal pela raiz”, condenando os autores por litigância de má-fé antes que a moda se perpetue e o mutirão do capeta lote os Tribunais com processos que mais parecem almanaques do Ari Toledo. - Com todo respeito ao humorista.

[update 29-03-2008]
Como complementação, indico a leitura da matéria “Cuidado com os Evangélicos! Criticá-los? “Não Pode!” Dá PROCESSO.”


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Katinka ou Tinkebell, mais um monstro, descerebrado mas bípede

Written by adv on 14 de fevereiro de 2008 – 20:09 -

Já tenho dito, mesmo que nas entrelinhas, um pouco sobre pós-modernismo. Falar deste assunto implica em atirar críticas para todos os lados, por isso tento evitar. - Tento!

A Arte pós-moderna é uma das áreas que também não sabemos para onde está nos levando.

Suas prioridades são um cotidiano banalizado em detrimento da cultura; as apresentações ao invés de interpretações; a ironia à originalidade, priorizando o pastiche; é de fácil compreensão e não necessita de conhecimentos filósoficos e psicológicos para entendê-la; não é oposto ao público, do contrário, precisa causar, “impactar” a multidão; não faz críticas, prefere o cômico, embora seus artistas se dizem críticos.

Recentemente, no carnaval, a Viradouro tentou causar impacto através de um carro alegórico retratando centenas de judeus dizimados, com a figura de Hittler no topo. Para o autor aquilo era arte, dizia que com tais cenas iria chamar a atenção do público. Por que brincar com algo que causou tantos danos aos judeus e a humanidade? Não havia outra forma de chamar atenção sem precisar banalizar?

Não! Para os pós-modernistas o importante é chocar! A arte pós-moderna é vazia, banal, risonha, é antiarte! Seus artistas priorizam o uso de matéria viva ou morta, reproduzindo o sofrimento e a desgraça o mais próximo possível do real. Seus defensores argumentam que estão querendo chamar atenção para um problema social!

Algo assustador se verifica na arte atual: o horror! Produto do vazio intelectual de seus artistas. É o ignorante querendo ser erudito e representativo. Exemplos como o Guillermo Habacuc irão começar a surgir. - Um perigo!

Agora foi a vez de Tinkebell - ou Katinka - banalizar ainda mais o que já é banalizado - os maus tratos dispensados aos animais. Sua obra demoníaca foi criar um boneco feito de peles de cães e gatos. A justificativa se disfarça como sendo um protesto à procriação de animais através da manipulação genética. (Terra Notícias)

O ocorrido foi numa feira de arte em Roterdã, Holanda, um dos países, a exemplo da Suécia, que tem um rígido controle no que diz respeito à utilização de animais em pesquisas científicas. É muito raro algum cientista conseguir liberação legal para esse feito por lá. Mas parece que o mesmo não vale se for em nome da arte!

Katinka afirma que as peles são de animais mortos, atropelados em uma rodovia! - Restos de animais atropelados em rodovias são aproveitáveis? Pinscher* são mortos em rodovias com que freqüência?

Claro que alguma coisa estava errado! Pesquisando sobre, encontrei o site pessoal da “açougueira”. É um autêntico portfólio de um artista - com respeito aos artistas - pós-moderno, isto é, uma aberração em busca de atenção. Lá encontramos, por exemplo, Katinka vanglorindo-se por ter matado o próprio gato para transformá-lo em bolsa, ainda satiriza: “Não sabe o que fazer com o seu gato?” - Talvez saberíamos o que fazer com você…

Paro por aqui, não vou dizer que deveríamos ficar quietos porque chamar atenção é tudo que ela quer. De fato, causar alvoroço é o que deseja a arte pós-moderna. - A antiarte!

Mas não vejo que seria o melhor caminho ficarmos calados. Divulgar e possibilitar que outras pessoas tomem conhecimento dessas aberrações penso ser válido para refletirmos e não confundirmos Arte com Antiarte.

A Arte é um dos meios da humanidade avançar no que diz respeito à genericidade humana. Atentamos frente aos sujeitos que apresentam o discurso do liberal como sendo o “tudo posso”, legitimando como sendo cultura, arte, diversidade e direitos, todas as suas perversidades.

*Fotos que optei por não colocá-las aqui


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Beija-Flor ganha carnaval 2008, roubado

Written by doc on 6 de fevereiro de 2008 – 20:49 -

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Eu não entendo nada de Carnaval. Mas pelo que li, a Beija-Flor ganhou 6 títulos dos últimos 7 anos.

A Beija-Flor é a escola queridinha da Rede Globo, logo, não precisamos de mais nenhum fundamento para crer que seja roubado mesmo.

Nem iremos entrar aqui nos detalhes de que a Petrobrás investe R$7 milhões de reais no Carnaval do Rio. Que o governo doa mais R$10 milhões de reais…

Mas é o que andam dizendo por aí

Deixem suas opiniões nos comentários. Sejam elas a favor ou contra. Afinal, o que mais gostamos aqui é de confusão…


Technorati :


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Bispo Edir Macedo falsifica documentos - ações de rotina da IURD

Written by adv on 6 de fevereiro de 2008 – 17:38 -

bispo edir macedoEstava no consultório médico folheando a Revista Época para ver quais as bizarrices do momento, eis que me deparo com a besta do bispo Edir Macedo. - Sendo a Época uma revista da editora Globo, acredito que os senhores já devem saber do que se trata antes mesmo de ler.

Mas, mesmo não conhecendo o teor das notícias da revista em questão, com alguns pares de neurônios funcionais é o suficiente para saber que Edir Macedo na mídia é sinônimo de bandidagem, roubo legitimado em nome de Deus. - Claro, exceto se a mídia for a dele mesmo.

Se alguém tiver o trabalho de sair pelos Tribunais em busca de processos contra o Sr. Edir Macedo Bezerra, constatará que são inúmeros, principalmente no que diz respeito a crimes de falsidades.

Pois bem, dessa vez o bispo é denunciado contra falsificação de documentos envolvendo negociações de duas emissoras de TV filiadas à rede Record. O autor da denúncia é um ex-pastor da Universal - os demônios não travam guerras apenas contra os céus, mas entre si também.

O que me assusta não é o fato do bispo ter sido denunciado, isso é comum; fichas criminais de dar inveja a qualquer discípulo de Bin Laden estão para os líderes religiosos assim como Jesus Cristo está para cruz, isto é, unidos, para não dizer “pregados”.

Assusta-me o nível da falsificação utilizada pelo bispo, por recortes e colagens, algo que todos nós já fizemos em algum momento da vida escolar. - Sr. bandido Edir Macedo, tudo bem que a Justiça no Brasil tem deixado a desejar, mas compará-la aos seus fiéis é muita humilhação.

Além dos recortes e colagens a revista apontou outros indícios grotescos da fraude, conforme mostra a imagem abaixo. Não que eu esteja querendo que as falsificações fossem à nivel de ludibriar qualquer perito, mas no final das contas o palhaço - com respeito aos palhaços profissionais - talvez tenha feito, propositalmente, para ironizar a Justiça, afinal, ela é que deveria ser motivo de piada por não ter dado fim à igreja Universal. - Provas de que aquilo trata-se de uma máfia organizada com um único objetivo, o de esterilizar até o último centavo de um fiel, só não vê os próprios fiéis.

Mas o Edir Macedo também tem uma bancada na política, além da fé, há muita coisa oculta. Paro por aqui e posso dizer que estou tendo uma visão divina. Os fiéis da Máfia Universal do Reino de Deus viram aqui fazer algazarra - entendam isso como uma estatística de como é triste o cenário da educação brasileira. Não que o caminho seja criticá-los, muitos sofrem das mazelas sociais que estamos acostumados a conviver; eu quero a cabeça dos pontífices, quero vê-los atrás das grades. - Talvez essa realidade seja a mesma que aguardar o retorno de Jesus Cristo…

Além desses, irão aparecer aqueles sujeitos que hipocritamente irão me acusar de preconceituoso, dirão que todo ser humano tem direito à religião independente de qual for; se assim for, eu entendo que os senhores estão sendo cúmplices da máfia e da escravidão psicológica.

Mas deixo essas palavras como pequenas sementes jogadas ao vento, muitas já foram levadas e outras ainda serão, e silenciosamente, em algum lugar, algumas sementes conseguem florescer e até dar frutos.

edir macedo


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