Cupom desconto para o novo livro de Paulo Coelho: O Vencedor está Só

Written by Roberto Obolg on 30 de julho de 2008 – 8:19 -

Não sabe quem é Paulo Coelho? Confira uma breve apresentação dele e de seu novo livro, O vencedor está só, em: O vencedor está só – resumo do livro novo de Paulo Coelho

Abaixo, um cupom desconto do Submarino com direito a 10% de desconto na compra do livro.

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Obs.: isso é o máximo que posso fazer pelas miguxas revoltadas com a minha apresentação do mago.


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A filosofia de Nietzsche é culpada pelo Nazismo? – Não!

Written by adv on 9 de maio de 2008 – 23:34 -

nietzsche e o nazismoEntre os críticos, Nietzsche costuma ser responsabilizado por sustentar o Nazismo, mesmo que este tenha morrido 33 anos antes.

Para eles a idéia do Übermench (“super-homem”) é a idealização da eugenia alimentada por Hittler. – Tal interpretação aponta que esse homem proposto pelo filósofo é um homem imoral, absolutamente individualista e sem valores, aquele que dá ouvidos apenas aos ecos dos seu próprio ego.

Recentemente a autora Abir Taha publicou um livro intitulado “Nietzsche: o profeta do Nazismo “, que tem o objetivo de dar fim às falsas idéias que têm associado o super-homem com a ideologia nazista, esta última se alimenta sobretudo do racismo biológico, bem diferente do “novo homem” proposto por Nietzsche.

A autora ainda revela a apropriação – obviamente que errônea – que o Nazismo possivelmente fez de alguns pressupostos de Nit. Se a culpabilização de Nit pelo Nazismo for levada a sério, teríamos que culpabilizar a humanidade inteira pelos avanços tecnológicos e suas conseqüências danosas (guerras nucleares, destruições ambientais, gerras civis, etc.).

Além dessa característica básica entre Nazismo e a filosofia de Nietzsche, essa relação se torna ainda mais insustentável ao compreender que o novo homem edificado no pensamento nietzschiano não é um homem niilista, isto é, desinteressado com tudo, asséptico de valores e apático diante da vida e dos seus semelhantes, mas sim, aquele que consegue se desatar das amarras da falsa moralização e, principalmente, das convicções e verdades absolutas, indo de encontro à transformação da sua existência.

Para tanto, esse homem deve lançar um olhar dionisíaco sobre o mundo, buscando através da simplicidade e a alegria presentes na vida, encontrar os valores para si e para o bem da humanidade, destituindo aqueles que até então têm mantido o homem preso no conhecimento determinista e nas verdades absolutas, elementos que para Nietzsche têm sido entraves para a humanidade.

O novo homem é aquele que transcenderia a sua época e reinventaria os valores de até então, excluindo de si, sobretudo, os valores tirânicos do cristianismo que instalaram o sentimento de culpa e vendaram os olhos dos homens para a alegria presente na vida.

Entre os diversos aforismos de Nietzsche, sobre a vida, a política, as nações, as relações humanas, etc., transcrevo abaixo, na íntegra, o aforismo 475 de sua obra “Humano, demasiado humano – um livro para espíritos livres (1878, 1886) “. Esse aforismo ilustra bem o pensamento de Nit sobre o povo judeu – além disso, repare que Nit foi um dos primeiros a falar sobre a globalização (não usando esse termo), e uma previsão absurdamente exata do que viria a representar efetivamente o judeu para a questão da eugenia nazista:

* imagem: capa do livro mencionado da autora Abir Taha

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Franz Kafka sobre livros

Written by adv on 3 de maio de 2008 – 18:17 -

Aos leitores de “O segredo”, das aventuras de Pollyanna e demais coisas do gênero:

É bom quando nossa consciência sofre grandes ferimentos, pois isso a torna mais sensível a cada estímulo. Penso que devemos ler apenas livros que nos ferem, que nos afligem. Se o livro que estamos lendo não nos desperta como um soco no crânio, por que perder tempo lendo-o? Para que ele nos torne felizes, como você diz? Oh Deus, nós seríamos felizes do mesmo modo se esses livros não existissem. Livros que nos fazem felizes poderíamos escrever nós mesmos num piscar de olhos. Precisamos de livros que nos atinjam como a mais dolorosa desventura, que nos assolem profundamente – como a morte de alguém que amávamos mais do que a nós mesmos –, que nos façam sentir que fomos banidos para o ermo, para longe de qualquer presença humana – como um suicídio. Um livro deve ser um machado para o mar congelado que há dentro de nós. -Franz Kafka


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Revista Super Interessante agora é grátis

Written by doc on 6 de abril de 2008 – 21:00 -

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A Revista Super Interessante está oferecendo todo o seu acervo de publicações (1987 a 2006) na Internet. Grátis!

Link para o site da revista >>

A revista possuí várias matérias interessantes. Provando que ainda existe revista “legível” neste país.

Só estão disponíveis os textos. Nada de fotos…

Ví no CrisDias


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Cinco indicações de livros

Written by adv on 2 de abril de 2008 – 16:43 -

O meme convite para responder “5 ótimos livros e 1 que pode apodrecer na estante” me foi repassado pelo blog do Lucho. O que se segue abaixo não necessariamente são os 5 livros que mais gostei, mas são 5 dos livros que já me agradaram ;)

O mundo assombrado pelos demônios: livro de Carl Sagan, cientista e astrônomo americano, falecido não faz muito tempo (1996); foi um dos grandes expoentes contra as pseudociências. Livro fácil de ler e dividido em forma de artigos sobre vários assuntos, e nas próprias palavras do autor nos trás “A ciência vista como uma vela no escuro”.

Quando Nietzsche chorou: best-seller que contraria as estatísticas de que a maioria dos livros que estão entre os mais vendidos não merecem nosso tempo; Irvin Yalom tráz um pouco dos problemas pessoais do Nit num encontro fictício com o médico Breuer e Freud, esse último ainda era estudante. Destaque para as cartas pessoais do filósofo que em vários pontos irão ser utilizadas para ilustrar o desenrolar da ficção.

A cura de Schopenhauer: outra excelente obra de Irvin Yalom, a estória se desenvolve num grupo onde as questões existenciais vão surgindo e sendo debatidas de acordo com as vivências de cada personagem. Nesse cenário, Phillip, um dos integrantes e profundo admirador de Schopenhauer, irá servir como elemento norteador das discussões do grupo. Não recomendado aos otimistas.

Elogio da loucura: escritos do século XVI, de Erasmo de Roterdã que foi um teólogo que tinha uma postura crítica frente várias atitudes do catolicismo protestante. Esse livro pode ser entendido como uma sátira à postura da Igreja Católica e da Reforma.

Retratos do amor: contos de Rubem Alves onde o foco central é o amor. Rubem Alves é psicanalista, teólogo e um dos que lutam por educação de qualidade. Não costuma ser bem-vindo no meio acadêmico pela simplicidade de seus contos, o que faz com que seja visto como um idealista romântico. Mas nem por isso seus textos deixam de ser críticos e reflexivos.

Finalmente, vou ficar devendo o livro que poderia apodrecer na estante. É difícil porque não chego até o final quando percebo que o assunto não me interessa; também não chego a pegar o livro em mãos, pois, antes de adquirir, procuro saber um pouco sobre o autor, sua formação, quais são seus pensamentos principais, etc. Alguns livros me agradam mais outros menos, mas não me recordo de ter lido algum que eu possa dizer que foi “tempo e dinheiro jogado fora”.

Mas… aproveitando o bonde, deixo como citação o tal best-seller “O segredo“; não li, mas muita coisa não precisamos ler para dizer que não merece nossa atenção.


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