Salve os animais, e se der tempo, os humanos – 2

Written by adv on 19 de setembro de 2007 – 22:41 -

Já expressei minha paixão pelos animais em vários momentos, o mais recente foi esse post >>

Então indico aqui, este post maravilhoso que vi no blog Corneteiro >>>

E respondendo a pergunta feita pelo autor, deixo uma citação de um post anterior: Na pré-história, fomos animais bem mais civilizados do que os civilizados de hoje que já não são animais. Somos uma espécie deplorável de bípedes onívoros.


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Coisa de Homer Simpson

Written by adv on 26 de junho de 2007 – 0:23 -

Hoje foi um dia legal, bem legal, eu estou tão feliz por esse dia que este post é em homenagem.

Depois da oitiva de 5 pessoas, em uma cansativa audiência, por volta das 20h fechei a porta. Liguei a moto, pronto para ir embora do trabalho, lembrei que faltava algo, estava sem capacete. Esqueci e tranquei-o lá dentro. Não faz mal, tenho um molho de chaves que sempre carrego, lá encontro a chave do carro, das portas de casa, dos portões e do trabalho – taí uma dica para me roubar, mas até o fim desse post você não irá querer, acredite!

Mas antes de abrir o repartimento onde ficam as tais chaves, em minha bolsa azul marinho com zípers quebrados – é quebraram eles =/ – e que está marrom de tanta sujeira, lembrei que como eu precisaria muito da chave para abrir a porta, provavelmente eu a teria esquecido em casa. Pois é, esqueci.

Andei alguns quarteirões aos arredores perguntando se havia moto-táxi por perto, não achei. Liguei para um serviço desses um pouco distante do local onde eu se encontrava, tudo bem, chegou. Claro, eu não iria dizer que me tranquei do lado de fora sem o capacete: Read more »


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Uísque escocês não é todo dia que se tem

Written by adv on 24 de junho de 2007 – 17:50 -

Foi no ano passado, dezembro, em uma das sextas-feiras, festa de confraternização dos funcionários da empresa, mais precisamente no final da festa, onde dizem que fui carregado por alguns amigos porque não conseguia andar. Deve ser, final do ano passado eu estava rezando por uma bala perdida vim à meu encontro, tamanha desilusão.

Um amigo me diz, que descendo a Consolação, ele apontou para duas bichas e:
– Olha lá  Adriel, a Carol ali. (Carol era a princesa da festa)

A última coisa da noite que lembro é que emiti algumas palavras esmaecidas seguidas de um empurrão nas duas bichas: “não é a Carol não”.

Diz ainda meu amigo, que se não fosse ele, as bichonas teriam me forrado à sapatadas. Eu não lembro, não acreditei muito. Depois das palavras esmaecidas não lembro de nada do que se sucedeu até ao despertar caído no chão do quarto do hotel.

Quando foi nesse fim de semana, em uma reunião de amigos da empresa, eu contando a estória em uma banca de bêbados, um dos funcionários da sede ali reunido diz: “ahhh então é você o tal cara que desceu correndo a Consolação com duas bichas atrás querendo te dar sapatadas? Velho, todo mundo diz isso lá, mas eu não sabia quem era”. – Gargalhadas!

Bom, continuo não lembrando. Não irei dizer o velho chavão “não lembro não fiz” porque não é verdade, já dizia Freud, que nosso ser é dominado por reminiscências recalcadas. Mas para todos os efeitos, eu não cheguei a apanhar de duas bichas =)


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O piano das minhas fantasias inconscientes

Written by adv on 18 de junho de 2007 – 22:52 -

Ultimamente um sonho meu de infância vem sendo despertado entre os inúmeros que ficam na fantasia do inconsciente. Quero tocar piano. Mas eu não quero simplesmente tocar piano, quero ir além. Quero dar vida a minha vida através das notas musicais.

Terminando a faculdade, um dos “entraves” psíquicos mais árduo da minha vida, vou ter uma libido extraordinária correndo pelo corpo. Pois bem, começando aos 25 anos sabendo apenas que dó-ré-mi-fá-sol-lá-si fazem parte do mundo musical, imagino que lá pelos 40 ou 45 anos, com muito empenho e criatividade, acho que não vou ser tão mal.

Preciso agora de um educador musical, isso acho a parte mais difícil, pois a maioria deve ser professores – penso como Rubem Alves, educador está em falta. Faço aqui um paralelo com o ato de escrever. Para escrever é necessário desconsiderar a gramática, pois esta acorrenta as idéias e torna os pensamentos pálidos. O “gramático” quando escreve faz um esforço imenso para conseguir colocar no papel um parágrafo, pois sofre de “verborragia”. Acho que na música não é diferente, deve haver toda uma “gramática” musical, porém, acho que um bom músico depois de conhecê-la, deve esquecê-la para colorir as notas musicais.

Bom, o ponto positivo disso tudo é que um piano com cauda – não sei por quê a cauda, mas é lindo e é o que quero – não é tão caro como eu pensava, o da foto por exemplo, são 25 pilas =)


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Cara-de-pau fica com cara de…

Written by adv on 2 de junho de 2007 – 0:55 -

Quem não tem amigos que se possam chamar de “íntimos” acaba aprendendo sobreviver. Isso tem um lado bom, eu acho: eu falo qualquer coisa para qualquer pessoam que eu nunca vi. Ora, são todos um amontoado de átomos, cadeias de DNA, blocos de aminoácidos e proteínas, células, órgãos, sistemas… enfim, um Homo sapiens.

Tudo bem, poéticamente somos humanos, com qualidades e defeitos, com sentimentos e emoções, com anseios, desejos, atitudes… quando se trata de alguém que não conhecemos, todos esses elementos contribuem enquanto empecilhos para se estabelecer um vínculo de comunicação.

Para pessoas que não conheço, eu prefiro vê-las à modo ausente de todo arco-íris poético. Sou do tipo que não curto a multidão e não tenho àquela pessoa querida que posso compartilhar as risadas e o luar, minha salvação é Darwin, Darwin é meu pastor e a evolução me guiará.

Por outro lado, se sou atraído além da beleza física, digamos, “apaixonado”, não adianta recorrer ao Darwin, lembra de Hitch o conselheiro amoroso? – Vício de cheiro, sorriso e uma maravilhosa estranhice, eu não sei como curar. Acho que esse vício não tem cura, ainda bem.

Mas se não há nenhuma configuração vinculatória desse tipo, seja um cara-de-pau. O nosso fim é o mesmo da miss universo, da princesa, da rainha… depois do xeque-mate, o rei e o peão irão tudo para um mesmo lugar. Esqueça a noção de ordem e vai ser feliz, você pode ganhar um prêmio ou na pior das hipóteses:

No semáforo vermelho…
- Nossa, é muita beleza pra pouco carro!
eu disse pra mocinha do KA prata parada ao meu lado

- Ahhh (risos), eu tô vendo muito carro pra pouca beleza!
a mocinha do KA prata respondeu ao “mocinho” do monza prata

E depois, para sacanear ainda mais, disse “brincadeirinha” e me mandou um beijo da Xuxa.

Deveria ao menos ter me oferecido uma bússola para que eu pudesse achar o caminho de volta pra casa né!

Mas como eu ia dizendo, na pior das hipóteses… apenas mais um fora =)


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